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A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo informa que a partir de janeiro de 2017 os aplicativos gratuitos para emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) serão descontinuados.

Com a gradual adesão das empresas aos sistemas de documentos eletrônicos, o Fisco Paulista verificou que a maioria dos contribuintes deixou de utilizar o emissor gratuito e optou por soluções próprias, incorporadas ou personalizadas a seus sistemas internos.  No mercado há muitas opções de emissores, alguns deles com uma versão básica gratuita.

Os emissores gratuitos são oferecidos pela Secretaria da Fazenda aos contribuintes desde 2006, quando teve início o processo de informatização dos documentos fiscais e sua transmissão via internet com o objetivo de massificação do seu uso. Apesar dos investimentos realizados, recente levantamento da Secretaria da Fazenda aponta que o total de NF-e’s geradas por empresas que optaram por emissores próprios somam 92,2%. No caso do CT-e, o número é ainda maior: 96,3% dos documentos são gerados por emissores próprios.

Os contribuintes que tentarem realizar o download dos emissores de NF-e e CT-e receberão a informação sobre a descontinuidade do uso dos aplicativos gratuitos. A partir de 1º de janeiro de 2017 não será mais possível fazer o download dos emissores.

A Secretaria da Fazenda recomenda que os usuários que já tenham o aplicativo instalado, façam a migração para soluções próprias antes que a introdução de novas regras de validação da NF-e e do CT-e impeçam o seu correto funcionamento.

Fonte: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo

TI Verde: conceitos e práticas

sábado, 07 novembro 2015 by
A importância para os negócios, sociedade e futuro do planeta faz com que a TI Verde ganhe cada vez mais espaço e destaque para a comunidade técnica.

Conceitos de sustentabilidade e desenvolvimento econômico são recorrentes e se inserem em todos os segmentos da sociedade. Assim como outras atividades humanas, a Tecnologia da Informação também provoca impactos no meio ambiente, tanto pela demanda de energia elétrica, quanto pelo de fabricação do hardware.

O mundo corporativo começa a adotar e, principalmente, criar ações para atender as necessidades de um negócio sustentável. Um bom exemplo é o Índice de Sustentabilidade Empresarial, ferramenta de análise comparativa de empresas sob o aspecto da sustentabilidade corporativa, com base na eficiência econômica, equilíbrio ambiental, justiça social e governança corporativa.

Tais fatores impulsionam a adoção das ações propostas como TI Verde. As empresas com os melhores índices possuem vantagens econômicas como facilidade de créditos e uma melhor imagem frente à sociedade, impulsionando as ações de marketing.

Segundo pesquisa realizada pela Symantec Corp®, a TI Verde tornou-se essencial e faz parte do planejamento das empresas. Os dados revelam que 45% dos executivos entrevistados adotam iniciativas em termos de TI Verde implementadas, principalmente para a redução do consumo energético e custos de resfriamento de equipamentos.

A importância para os negócios, sociedade e futuro do planeta faz com que a TI Verde ganhe cada vez mais espaço e destaque para a comunidade técnica (profissionais de TI) que, por meio de pesquisa e desenvolvimento, atuarão diretamente no sucesso e na inovação tecnológica que auxilie o desenvolvimento sustentável.

As práticas de TI Verde podem ser divididas em três níveis:

  • TI Verde de incrementação tática;
  • TI Verde Estratégico;
  • Deep  IT (TI Verde “a fundo”).

Há alguns anos, um dos maiores investimentos secundários das empresas – fossem elas do setor de indústria, comércio ou serviço – era o parque tecnológico para manter um departamento de TI minimamente estruturado. Hoje em dia, esse cenário está tão alterado que, além de o departamento de TI ser um órgão vital dentro de qualquer organismo, passou a ser gerido por empresas altamente especializadas.

TI é coisa séria. Tanto que de processos bem azeitados saem toda parte contábil e fiscal de uma empresa, todos os processos de RH, de projetos, vendas e marketing. Isso para mencionar apenas uma fração do quanto pessoas e sistemas dependem da tecnologia para existir em pé de igualdade e competitividade com o mercado.

Na linha das terceirizações, além do SaaS (software como serviço) ser umas das principais categorias da cloud computing, também temos a PaaS (plataforma como serviço) e a IaaS (infraestrutura como serviço). Esta última vem ganhando investimentos cada vez mais vultosos porque oferece a possibilidade de o cliente utilizar uma infraestrutura oferecida por um terceiro – no caso, um prestador de serviços – e contar com todo tipo de hardware, servidores, computadores, armazenamento de dados na nuvem, componentes de rede e sistemas operacionais sem precisar comprar tudo isso.

A ideia é pagar pelo que se usa, sempre com a certeza de jamais ser surpreendido por um aumento repentino de demandas – o que, antigamente, só apontaria dois caminhos a seguir: 1) assumir o novo desafio e rapidamente promover um upgrade na infraestrutura, ainda que isso exigisse investir uma soma que não se tinha no momento; 2) recuar diante da proposta e perder oportunidades. Hoje, como tudo de que se necessita é possível contratar por demanda, ‘sob encomenda’, integrar todas as unidades remotas de uma mesma empresa, capacitando os tomadores de decisões a se inter-relacionar em tempo real, estruturando ações coordenadas, resulta num modelo avançado de gestão.

Além de canalizar mais investimentos no operacional, ganhando flexibilidade, o foco da empresa tende a aumentar, haja vista que toda a responsabilidade de fazer o departamento de TI funcionar em tempo integral estará sob a gestão de uma empresa especializada. Quando o tema é armazenamento seguro de dados, a IaaS permite construir um Data Center virtual para ser acessado através da rede a qualquer momento. Com capacidade de armazenamento de acordo com a necessidade do cliente, conta também com backup, integração no domínio do cliente, firewall, conexões de internet e muito mais. Com tantas vantagens, ninguém questiona mais os benefícios de investir em infraestrutura como serviço. A questão principal é colocar no papel tudo o que se investe em manutenção e gestão, avaliando os ganhos da terceirização.

Fonte: Adriano Filadoro, diretor de tecnologia da Online Data Center (www.onlinedc.com.br) – empresa de tecnologia voltada para os negócios que atua há 20 anos na indústria de TI, atendendo clientes de médio e grande porte de diversos setores da economia.

Parece que, finalmente, após muitas prorrogações, o Projeto S@T Fiscal sairá do papel e fará parte do dia a dia do varejista paulista. Com a homologação para venda e operação de Gertec e Urano já são 5 fabricantes homologados: além dos dois citados, temos Dimep, Sweda e Tanca. Além destes, Daruma, Kryptus, Bematech e vários outros correm para homologar seus produtos. A previsão é de que teremos 10 fabricantes com produtos disponíveis até o final do ano.

Esta noticia por si só é ótima, pois trará uma quantidade maior de opções ao cliente final, o varejista que precisará adquirir os equipamentos, além é claro, de forçar o preço dos produtos para baixo. Em um cenário onde a previsão é de que os equipamentos cheguem ao cliente final na casa de R$ 1.200,00, uma competição mais acirrada tornará o cenário bem mais vantajoso para o varejista.

A princípio, governo do Estado de São Paulo e fabricantes de SAT estão prontos para a operação começar de vez em 01 de julho. Algumas operações piloto estão sendo realizadas e a princípio tudo está OK. Vamos torcer para que esta primeira leva de migrações não seja acompanhada de grandes transtornos. Os varejistas não merecem isso Sr. Fisco.

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